A comunidade ambientalista e histórico-cultural de Minas Gerais alerta para a ameaça de asfaltamento do único trecho intacto da Estrada Real, na rodovia MG-030, entre Rio Acima e Itabirito. Indo de Belo Horizonte a Nova Lima, passando por Rio Acima e por Itabirito – um caminho com mais de 200 anos, ligando Minas Gerais ao Rio de Janeiro e que serviu de norte para bandeirantes, faiscadores, mineradores e para a Tropa Real – a Estrada Real corre o sério risco de perder seus últimos vestígios.
A denúncia é dos ambientalistas da Associação Ecológica de Moradores do Entorno da rodovia MG-30. Para reverter este equivocado asfaltamento, os defensores do meio ambiente e da história e da cultura do Brasil colonial fizeram um anteprojeto propondo que a estrada seja calçada com pedra pé-de-moleque ou pedra de mão, apoiados no argumento de que esta medida dará maior autenticidade ao local e possibilitará permeabilidade e condições propícias a plantas, animais e pássaros conviverem harmoniosamente no meio ambiente.
História
Esta antiga estrada tem 23 km encascalhados e salpicados com pedras do tempo colonial e foi feita com cortes radicais nos contrafortes da serra e da mata protegida na APA/SUL. Porém, mineradoras e políticos de Rio Acima e Itabirito, demonstrando insensibilidade, ignorância da história e desrespeito ao meio ambiente, querem o asfaltamento desta via, com o argumento do progresso a qualquer custo. Isso poderá acabar com o ecossistema da região, fazendo com que aumente o perigo de acidentes automobilísticos, tendo em vista o trecho ser cheio de curvas e precipícios. Os moradores e pequenos sitiantes do entorno da Rodovia (pelo menos os mais conscientes), os ambientalistas e vereadores de Rio Acima, Itabirito, Nova Lima, Raposos e BH, aliados a associações sócio-ambientais, apelam ao DER, IBAMA, SEMAD (IEF, FEAM, IGAM, COPAM) e às secretarias de Cultura e de Turismo para que se unam contra a ameaça de mais este crime ecológico, de consequências irreversíveis.
Decisão Ecológica
Os sistemas de calçamento ecologicamente corretos são mais indicados para pavimentos, pois preservam o meio ambiente, sem agredi-lo. O argumento do calçamento com pedra pé-de-moleque ou pedra-de-mão, além da vantagem ambiental, vê-se fortalecido o aspecto social, pois poderá ser feito empregando material e mão-de-obra locais, podendo ainda incentivar a adoção do exemplo em outras cidades do entorno das estradas vicinais.
Trata-se de uma alternativa considerada útil e ambientalmente correta por administradores públicos e privada, projetistas, ambientalistas, consultores e empreiteiros, ou por pessoas envolvidas na escolha dos tipos de pavimentos a serem utilizados nos mais diversos campos de
aplicação.
aplicação.
Ciclo Hidrológico
A escassez de água no meio ambiente e as formas de garantir o melhor aproveitamento desse recurso são alguns dos temas mais discutidos hoje, em nível global. A UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) afirmou que, nos próximos cinqüenta anos, os problemas relacionados à falta de água afetarão todas as pessoas no mundo. Uma das causas é a ação predatória do homem, que continua a intervir no ciclo hidrológico, o que contribui para a intensificação dos desastres naturais, seja pelo desmatamento ou pela impermeabilização do solo, através da pavimentação asfáltica de grandes áreas. Ao longo dos anos, muitos fatores vêm modificando as exigências da gestão municipal, impondo a busca de novas soluções que sejam, ao mesmo tempo, práticas e capazes de agregar outros valores para a economia das cidades e para a vida dos contribuintes. Nesse sentido, alguns municípios fizeram alterações na Lei de Parcelamento, Ocupação e Uso do Solo do Município, aprovando mudanças que vão ao encontro das necessidades da sociedade e da cidade, adaptando-se à dinâmica urbana e às conseqüências do crescimento. O calçamento com pé-de-moleque, ou com pedra-de-mão permite a perfeita drenagem das águas de chuva, ao mesmo tempo que evita a impermeabilização do solo, pois as juntas entre as pedras possibilitam a infiltração de uma parcela das águas incidentes, amenizando assim o impacto ambiental. Portanto, são considerados pisos ecologicamente corretos.
NÃO AO ASFALTO! ABAIXO O EFEITO ESTUFA!
ResponderExcluirA notícia do asfaltamento do trecho da ESTRADA REAL, de Rio Acima a Itabirito, alardeada pelo DER, a pedido da VALE e de prefeitos das duas cidades, alastrou-se como fogo em rastilho de pólvora, dando vazão à revolta contida há muito no peito de ecologistas e de defensores da preservação ambiental, da história, da cultura e, principalmente, da qualidade de vida, que para tais entidades e principalmente Prefeituras parece ter apenas uma mínima importância.
O primeiro grito foi da Associação de Moradores e Sitiantes do entorno da ESTRADA REAL, que sempre se posicionou contra o asfaltamento de trechos históricos de terra ou encascalhados . A reação tomou força, quando o CONEP , Conselho do Patrimônio Histórico e cultural de Minas Gerais elaborou um trabalho documental, sob o título: EM DEFESA DO CALÇAMENTO EM PEDRA PE DE MOLEQUE DO TRECHO DE RIO ACIMA A ITABIRITO
Depois de ler o trabalho os membros do CONEP, juntamente com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente, preocupado também com o asfaltamento de outras vias públicas já calçadas com pedra, reuniu num fórum de entidades ambientais, culturais e histórias, representantes da Ong e da prefeitura para discutir o assunto.
Através de argumentação, estamos tentando sensibilizar o prefeito ou, pelo menos, mudar o asfaltamento para locais que não haverá impacto ambiental. Alguns locais, até importantes, porque fazem ligação de bairros e não têm nenhum tipo de pavimento. São ruas de terra mesmo”,. “A Promotoria Pública Estadual do Meio Ambiente pode ver a possibilidade de um mandado de segurança para impedir esse ato, considerado criminoso, que é asfaltar a Estrada Real.
Para a Associação Ambiental, o asfaltamento da estrada, sem nenhum critério ou projeto de impacto ambiental trata-se simplesmente de uma obra para atender as mineradoras.
“Presenciaremos uma verdadeira avalanche de obras, simplesmente, porque não tem sentido fazer asfalto em cima do piso secular da estrada, porque o que está feito não precisa fazer.
Queremos que pelo menos seja feito esse trabalho antes e que se faça uma justificativa no sentido de não haver desperdício, pois o que se tem demonstrado é que esse asfaltamento é totalmente inócuo, mal feito e estará deteriorado em menos dois anos de tráfego”.
Conforme explicam os especialistas este asfaltamento está sendo muito questionado e reconsiderado no mundo inteiro, por não ser uma pavimentação adequada diante desse quadro de aquecimento global. Temos nesse trecho da ESTRADA REAL um piso encascalhado, salpicado com pedras antigas, que está aí há anos, e poderá ficar ainda centenas de anos sem precisar ser recapeada. A pavimentação com pedras pode ficar lisa como o asfalto, se tiver manutenção. Se hoje está desnivelado é por falta de manutenção.
“Todos os dados técnicos, hoje, são favoráveis ao calçamento para a drenagem da água pluvial. O DER e as prefeituras devem à sociedade, como um todo, estudos técnicos sobre isso que ele está fazendo e o porquê”.
De acordo com a Associação Ecológica e Cultural, não deve prevalecer somente as opiniões do DER e a VALE para o criminoso asfaltamento. “O prefeito foi eleito pela população para fazer o que é melhor para a população e não a vontade dele ou do grupo de mineração.
Se há questionamentos de parte da população, essa questão deve ser repensada. Um estudo do que é prioritário deve ser pedido ao DER e às Prefeituras e eles devem cumprir.
Outro aspecto a ser considerado é que se fala tanto de turismo, será que o turista quer sair da cidade grande para ver asfalto nos caminhos antigos coloniais? O turista se encanta com piso de pedra e cascalho,, então temos que valorizar isso”, conclui.
10 razões para não asfaltar o trecho da ESTRADA REAL entre Rio Acima e Itabirito .
ResponderExcluirBaseado em dados técnicos, os ambientalistas da Associação apontam dez inconvenientes para o asfalto, todos com justificativas:
1. As redes de água são muito antigas e a maioria se encontra fora de padrão;
2. Existe grande número de redes de esgoto antigas já no final de sua vida útil;
3. Galerias de pedras já ultrapassadas e subdimensionadas;
4. Galerias existentes fora de norma e sem cadastro;
5. O asfaltamento sob o calçamento de pedras promove a impermeabilização total do solo;
6. Aumento demasiado do calor nas ruas asfaltadas em relação ao calçamento;
7. Eliminação da vegetação existente entre as pedras;
8. Aumento da velocidade dos veículos motorizados, e conseqüentente maior ocorrência de acidentes;
9. Aumento da velocidade de escoamento das águas pluviais;
10. Pequena vida útil do pavimento asfáltico.
Depois de enumerar os inconvenientes devidamente justificados, Alessandro conclui afirmando: “Não se deve fazer qualquer obra de pavimentação sem antes ser feito um estudo de contribuição da bacia para a determinação, da necessidade de elaboração de projeto de galerias pluviais. Antes de qualquer pavimentação deve-se fazer – diz mais Abdala - um levantamento e um estudo das condições dos sistemas de abastecimento de água e de coleta de esgoto sanitário.
Todos os pavimentos construídos no modelo “inter-travado”, movimentam-se, não servindo de base para pavimento asfáltico que não aceita movimentação. Fato que pode ser comprovado em todos os que foram feitos na cidade de Sacramento, já em trincados, arrebentados, deixando ver as pedras que serviram de base (...)”.
O grupo em audiência com o CONEP, embasado no relatório, fez várias argumentações afirmando que nos municípios de Rio Acima e Itabirito existem muitas pedreiras tanto de basalto quanto de arenito, cujos pequenos proprietários vivem de sua exploração. “Em várias pequenas propriedades, os proprietários passam por dificuldades, cuja retirada de pedras poderia valer-lhes como renda e que a Prefeitura regularize e licencie suas jazidas, auxiliando nesse processo esses pequenos produtores que se interessarem por mais uma atividade em sua propriedade.
Sugerimos a volta dos calçamentos de pedra, ou pelo menos, a manutenção dos que já existem e que se encontram em perfeito estado. Além de serem ecologicamente corretos, geram emprego e renda para as pessoas do município, o que não acontece com o pavimento de asfalto”.
ABAIXO ASSINADO EM DESFAVOR DO ASFALTAMENTO DA ESTRADA REAL TRECHO > RIO ACIMA A ITABIRITO.
ResponderExcluirAmigos e amigas da Rede Rio das Velhas,
Assinem o manifesto contra o asfaltamento do único trecho da Estrada Real, entre Rio Acima Itabirito e que deverá ser enviado para o DER e Secretarias de Estado do Meio Ambiente, Turismo e Cultura e para a ALMG.
http://www.euconcordo.com/contra-asfalmento-da-estrada-r.
A comunidade ambientalista/histórico cultural em Minas Gerais está em alerta pela ameaça de asfaltamento do único trecho intacto da ESTRADA REAL - a rodovia MG-030, entre Rio Acima e Itabirito, na serra do Gandarela.
Esta ameaça é denunciada por ambientalistas da Associação Ecológica de Moradores do Entorno da Rodovia MG-30. Estrada que começa no BH-Shopping, de Belo Horizonte a Nova Lima, Rio Acima e Itabirito e antigo caminho de mais de 200 anos - que ligava Minas ao Rio e serviu de norte para bandeirantes, faiscadores, mineradores e a Tropa Real.
Os defensores do meio ambiente e da cultura colonial tem um anteprojeto para a estrada ser calçada com pedra “pé de moleque”, acrescido ao argumento de que dará maior autenticidade ao local, além de dar permeabilidade e condições propícias às plantas, nascentes, animais e pássaros.
HISTÓRIA - A antiga estrada tem 23 km encascalhados e salpicados com pedras. Foi feita em cortes nos contrafortes da serra e da mata protegida APA/SUL. Mas algumas pessoas “atiçadas” por multinacionais e maus políticos, insensíveis ao comprometimento ambientalista, tentam forçar a barra para asfaltar - com o equivocado argumento do “progresso” a qualquer custo, e com prejuízo ao meio ambiente. Isso fatalmente irá acabar com o ecossistema da região aumentando o perigo de acidentes automobilísticos, pois o trecho é cheio de curvas e muitos precipícios abissais. E com o aumento da velocidade terá rotas de fuga para marginais.
Às 22:31 em 5 março 2012, Giuseppe Moll Persichinni disse...
ABAIXO ASSINADO EM DESFAVOR DO ASFALTAMENTO DA ESTRADA REAL TRECO RIO ACIMA A ITABIRITO
Amigos e amigas da Rede Rio das Velhas,
Assinem o manifesto contra o asfaltamento do único trecho da Estrada Real, entre Rio Acima Itabirito e que deverá ser enviado para o DER e Secretarias de Estado do Meio Ambiente, Turismo e Cultura e para a ALMG.
http://www.euconcordo.com/contra-asfalmento-da-estrada-r.
A comunidade ambientalista/histórico cultural em Minas Gerais está em alerta pela ameaça de asfaltamento do único trecho intacto da ESTRADA REAL - a rodovia MG-030, entre Rio Acima e Itabirito, na serra do Gandarela.
Esta ameaça é denunciada por ambientalistas da Associação Ecológica de Moradores do Entorno da Rodovia MG-30. Estrada que começa no BH-Shopping, de Belo Horizonte a Nova Lima, Rio Acima e Itabirito e antigo caminho de mais de 200 anos - que ligava Minas ao Rio e serviu de norte para bandeirantes, faiscadores, mineradores e a Tropa Real.
Os defensores do meio ambiente e da cultura colonial tem um anteprojeto para a estrada ser calçada com p
A quem interessar possa.
ResponderExcluirO pior analfabeto é o analfabeto politico.
É de se admirar que uma pessoa que tem frota de carros, haras, mansão e muito dinheiro no banco não tenha consciência para ter um mínimo alcance do valor que um calçamento ecológico trará para a região.
Se tiver um tempinho, por favor, leia o memorial descritivo que baseamos para levar a ideia desse calçamento até o DER, e que passou por intermináveis reuniões em CODEMAS, CONEP, Associações etc para mostrar os benefícios que este tipo de pavimentação para os moradores, para o Turismo e para a sobrevivência da dignidade da comunidade.
Você está confundindo asfaltamento como progresso. O que nós sempre defendemos – e agora está DEFINITIVAMENTE APROVADO é o CALÇAMENTO ECOLÓGICO.
Não seja ingrato com quem deseja tão somente o bem da região! Aprofunde um pouco sobre o nosso projeto, pois acabará com a poeira, com a lama e com os dissabores causados pela falta de cuidado que as duas prefeituras sempre tiveram com a estrada. Veja bem, o que tem de bom no CALÇAMENTO que ele vai permitir sim, melhor tráfego e mais segurança para todos.
O asfalto iria aumentar enormemente a velocidade. E isso é por demais perigoso pois temos curvas abissais por todo o caminho (precipícios de mais de 300 metros que iriam matar muita gente). Pense nisso e que também esse asfalto seria uma ‘ROTA DE FUGA” para trazer centenas de marginais que transitariam de Ouro Preto para Nova Lima, de Itabirito para Rio Acima, de Itabirito e Rio Acima para Belo Horizonte, para fugirem da polícia após roubos, assaltos e tudo o mais.
Tenham mais paciência e respeito com quem batalha para melhorar as condições de vida de um santuário ecológico, de tradição colonial e histórica.
E tem mais: Não somos demagogos e nem candidatos a nada. Saibam que nos interessa somente o bem estar coletivo,pois também estamos na região há mais de 35 anos. E somos partícipes do Movimento. E isto é democrático.
E temos todos os argumentos factíveis para provar que este calçamento é a única opção que temos. Ou alguém deseja ver MORTES, ASSALTOS e ainda a poeira e a lama?
POR FAVOR, PENSE NISSO!
Pedimos respeito à nossa luta, pois temos consciência de que fizemos o melhor. E o DER já autorizou a obra.
Somos da Associação de Moradores e Sitiantes Ecológicos do Entorno da MG-030, entre Rio Acima e Itabirito.
O pior analfabeto é o analfabeto político. Sem memória histórica e cultural o mundo é apenas amontoado de robôs - que não tem alma,não tem miolo e nem consciência.
ResponderExcluirEstude mais para não ser tão ignorante. E pare com esse espírito de coitadinho!!
À PEDIDOS
ResponderExcluirDER/MG publica licitação para calçamento ecológico de Rio Acima da Itabirito, único trecho instacto da Estrada Real.
* ALARDEANDO E DIVULGANDO A HISTÓRIA DE UMA RESISTÊNCIA PACÍFICA, PORÉM CONSCIENTE E PERSEVERANTE, SOBRE A IMPORTÂNCIA E O VALOR HISTÓRICO, CULTURAL E AMBIENTAL DE MINAS.
RESSALTO: A PERSISTÊNCIA DE MAIS DE 25 ANOS, EM FAVOR DA MANUTENÇÃO DOS VALORES HISTÓRICO/AMBIENTAIS DA ESTRADA REAL, NOTADAMENTE, E DE FORMA "SACERDOTAL" E CONSCIENTE, DA PRESERVAÇÃO DO ÚNICO TRECHO INTACTO LOCALIZADO ENTRE RIO ACIMA E ITABIRITO, CHEGA AGORA AO SEU ÁPICE E DE FORMA SUBLIME: O EDITAL DO DER PARA P A V I M E N T A Ç Â O DOS 23.5 KM DE UMA CIDADE À OUTRA.
E COM UM DETALHE DA REALIDADE E DEFINITIVO: NÃO É ASFALTO! E SIM, CALÇAMENTO ECOLOGICAMENTE CORRETO FEITO COM BLOCOS DE CONCRETO, O QUE IRÁ PERMITIR A ESTRADA E OS BICHOS RESPIRAREM NATURALMENTE, POR ENTRE MATAS QUE RESISTEM À ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA DESENFREADA E ANTI ECOLÓGICA.
ISTO É UMA VITÓRIA? ISTO É UM SONHO? ISTO É HISTÓRICO? ISTO É UMA DERROTA PARA OS PESSIMISTAS QUE TORCIAM CONTRA ESSE MOVIMENTO QUE LUTAVA POR ESSA FORMA DE CALÇAMENTO POLITICA E ECOLOGICAMENTE CORRETO? CONTRA OS DESTRUIDORES DO MEIO AMBIENTE? ISTO É A PROVA QUE DEMONSTRA PREVALECER O BEM CONTRA O MAL?
BEM, TUDO ISTO É PURA VERDADE E UMA CONQUISTA COLETIVA. MAS NÃO SERÁ PRECISO TRIPUDIAR, POIS HÁ MUITA SATISFAÇÃO E REALIZAÇÃO, O QUE ESTÁ TRADUZIDO NO TRABALHO DE CONSCIENTIZAÇÃO E DE APELO CULTURAL.
DURANTE O PROCESSO E DESTA LUTA PELO CALÇAMENTO, NESSES 25 ANOS, E QUE SE CONCRETIZA AGORA, PREVALECEU SEMPRE O RESPEIT COM AS AUTORIDADES E LIDERANÇAS COMUNITÁRIAS EM VÁRIOS NÍVEIS. NOSSO MOVIMENTO TEVE COMO PADRINHO O SAUDOSO DR. AÉCIO CUNHA, QUE SEMPRE NOS INCENTIVOU E ACOMPANHOU NOSSO GRUPO ATÉ O DER. À ÉPOCA FOMOS RECEBIDOS PELO DIRETOR - GERAL, SR JOSÉ ÉLCIO MONTESI. A PARTIR DAÍ, EM LONGAS E EXAUSTIVAS REUNIÕES, AUDIÊNCIAS PÚBLICAS, POSTAGEM EM FACEBOOK, E-MAIL'S, PÁGINAS DE REDES SOCIAIS, COMO A REDE RIO DAS VELHAS, BLOG'S COMO DO JORNALISTA JOSE´CARLOS ALEXANDRE, DO. MASSOTE COM MAIS DE 16 MIL ACESSOS ETC, CHEGOU-SE AO ÁPICE COM O DER ACATANDO A RECOMENDAÇÃO CONEP - CONSELHO ESTADUAL DO PATRIMÓNIO HISTÓRICO E CULTURAL DE MINAS GERAIS E OS ARGUMENTOS DA ASSOCIAÇÃO DE MORADORES E SITIANTES ECOLÓGICOS DO ENTORNO DA MG-030 - NO ÚNICO TRECHO INTACTO DA ESTRADA REAL.
OBRIGADO A TODOS QUE, DIRETA OU INDIRETAMENTE, CONTRIBUÍRAM PELA CONCRETIZAÇÃO DESTA OBRA QUE DIGNIFICA E /HONRA AS TRADIÇÕES CULTURAIS DE MINAS GERAIS E O MEIO AMBIENTE. AGORA, SIM, A ESTRADA SERÁ PRESERVADA!
JURANDIR PERSICHINI CUNHA
À PEDIDOS
ResponderExcluirDER/MG publica licitação para calçamento ecológico de Rio Acima da Itabirito, único trecho instacto da Estrada Real.
* ALARDEANDO E DIVULGANDO A HISTÓRIA DE UMA RESISTÊNCIA PACÍFICA, PORÉM CONSCIENTE E PERSEVERANTE, SOBRE A IMPORTÂNCIA E O VALOR HISTÓRICO, CULTURAL E AMBIENTAL DE MINAS.
RESSALTO: A PERSISTÊNCIA DE MAIS DE 25 ANOS, EM FAVOR DA MANUTENÇÃO DOS VALORES HISTÓRICO/AMBIENTAIS DA ESTRADA REAL, NOTADAMENTE, E DE FORMA "SACERDOTAL" E CONSCIENTE, DA PRESERVAÇÃO DO ÚNICO TRECHO INTACTO LOCALIZADO ENTRE RIO ACIMA E ITABIRITO, CHEGA AGORA AO SEU ÁPICE E DE FORMA SUBLIME: O EDITAL DO DER PARA P A V I M E N T A Ç Â O DOS 23.5 KM DE UMA CIDADE À OUTRA.
E COM UM DETALHE DA REALIDADE E DEFINITIVO: NÃO É ASFALTO! E SIM, CALÇAMENTO ECOLOGICAMENTE CORRETO FEITO COM BLOCOS DE CONCRETO, O QUE IRÁ PERMITIR A ESTRADA E OS BICHOS RESPIRAREM NATURALMENTE, POR ENTRE MATAS QUE RESISTEM À ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA DESENFREADA E ANTI ECOLÓGICA.
ISTO É UMA VITÓRIA? ISTO É UM SONHO? ISTO É HISTÓRICO? ISTO É UMA DERROTA PARA OS PESSIMISTAS QUE TORCIAM CONTRA ESSE MOVIMENTO QUE LUTAVA POR ESSA FORMA DE CALÇAMENTO POLITICA E ECOLOGICAMENTE CORRETO? CONTRA OS DESTRUIDORES DO MEIO AMBIENTE? ISTO É A PROVA QUE DEMONSTRA PREVALECER O BEM CONTRA O MAL?
BEM, TUDO ISTO É PURA VERDADE E UMA CONQUISTA COLETIVA. MAS NÃO SERÁ PRECISO TRIPUDIAR, POIS HÁ MUITA SATISFAÇÃO E REALIZAÇÃO, O QUE ESTÁ TRADUZIDO NO TRABALHO DE CONSCIENTIZAÇÃO E DE APELO CULTURAL.
DURANTE O PROCESSO E DESTA LUTA PELO CALÇAMENTO, NESSES 25 ANOS, E QUE SE CONCRETIZA AGORA, PREVALECEU SEMPRE O RESPEIT COM AS AUTORIDADES E LIDERANÇAS COMUNITÁRIAS EM VÁRIOS NÍVEIS. NOSSO MOVIMENTO TEVE COMO PADRINHO O SAUDOSO DR. AÉCIO CUNHA, QUE SEMPRE NOS INCENTIVOU E ACOMPANHOU NOSSO GRUPO ATÉ O DER. À ÉPOCA FOMOS RECEBIDOS PELO DIRETOR - GERAL, SR JOSÉ ÉLCIO MONTESI. A PARTIR DAÍ, EM LONGAS E EXAUSTIVAS REUNIÕES, AUDIÊNCIAS PÚBLICAS, POSTAGEM EM FACEBOOK, E-MAIL'S, PÁGINAS DE REDES SOCIAIS, COMO A REDE RIO DAS VELHAS, BLOG'S COMO DO JORNALISTA JOSE´CARLOS ALEXANDRE, DO. MASSOTE COM MAIS DE 16 MIL ACESSOS ETC, CHEGOU-SE AO ÁPICE COM O DER ACATANDO A RECOMENDAÇÃO CONEP - CONSELHO ESTADUAL DO PATRIMÓNIO HISTÓRICO E CULTURAL DE MINAS GERAIS E OS ARGUMENTOS DA ASSOCIAÇÃO DE MORADORES E SITIANTES ECOLÓGICOS DO ENTORNO DA MG-030 - NO ÚNICO TRECHO INTACTO DA ESTRADA REAL.
OBRIGADO A TODOS QUE, DIRETA OU INDIRETAMENTE, CONTRIBUIRAM PELA CONCRETIZAÇÃO DESTA OBRA QUE DIGNIFICA E /HONRA AS TRADIÇÕES CULTURAIS DE MINAS GERAIS E O MEIO AMBIENTE. AGORA, SIM, A ESTRADA SERÁ PRESERVADA!
JURANDIR PERSICHINI CUNHA
ResponderExcluirCARTA ABERTA À POPULAÇÃO A RESPEITO DO CALÇAMENTO ECOLÓGICO DA ESTRA REAL ENTRE RIO ACIMA A ITABIRITO
Pedimos um segundo de sua atenção antes de julgar:
Sabemos que seu desejo, sonho, esperança, expectativa é o mesmo nosso que convivemos há mais de trinta e cinco anos na região. Também sofremos as agruras da poeira, da lama, dos buracos. Mas, diferentemente de alguns oportunistas fomos à luta e há vinte e cinco anos começamos o MOVIMENTO para dar dignidade ao transporte e à via de acesso de RIO ACIMA a ITABIRITO. Nada caiu do céu, não! Batalhamos, fomos à luta -veja os relatos neste blog e nas reportagens de vários jornais e também de Rádio e TV.
Entenda: não somos nem vereador, nem prefeito, nem deputado, nem governador, nem presidente. Mas temos consciência ambiental, da memória histórica, colonial e social.
Pois bem, com nossa resistência, estamos conseguindo- depois de tantos anos de luta- que o DER venha fazer o CALÇAMENTO ECOLÓGICO deste único trecho intacto da ESTRADA REAL, e preservando o valor histórico do caminho colonial.
É preciso também entender que esse tipo de calçamento ecológico é que vai trazer o futuro para a cidade, pois atrairá investidores em turismo ecológico e que proporcionará benefícios ao meio ambiente, daí o progresso.
Bem diferente da intenção de mineradoras que vão deixar apenas o BURACO? Pesquise, estude sobre as tradições, a cultura e ECOLOGIA... Quem vai ganhar é o meio ambiente, a história e a cultura. Com esse calçamento ecológico daremos adeus á poeira, à lama e não teremos inúmeros desastres com carros e ônibus rolando ribanceira abaixo.
Além disso, o turismo, as festas e a culturas vão ser comemorados com alegria, com satisfação... e não com velórios que algum infeliz tentou programar como desgraça para uma região tão linda (e tenha certeza que foi para ajudar as mineradoras) ao querer derramar asfalto nos contrafortes desta estrada cheia de curvas. Veja o que aconteceu com a Serra do Rola Moça! cada fim de semana um carro vai lá pra baixo matando pessoas ! É preciso conhecer o passado para se imaginar o futuro. As mineradoras deixam um rastro de destruição.
Não é à toa que a VALE é considerada a PIOR empresa do MUNDO. Pense nisso! Nós estamos aí para colaborar. A ESTRADA REAL está aí para ser utilizada de forma consciente. Não se deixe levar por pessoas e empresas que só visam o lucro financeiro. É necessário entender o passado para almejar o futuro.
O HOMEM É ETERNO QUANDO SEU TRABALHO PERMANECE.
NOSSO PASSADO ESTÁ VIVO. AJUDE A PRESERVÁ-LO.
JURANDIR PERSICHINI CUNHA
Associação Ecológica e Cultural do Entorno da Estrada Real, entre Rio Acima e Itabirito
Pedimos um segundo de sua atenção antes de julgar:
ResponderExcluirSabemos que seu desejo, sonho, esperança, expectativa é o mesmo nosso que convivemos há mais de trinta e cinco anos na região. Também sofremos as agruras da poeira, da lama, dos buracos. Mas, diferentemente de alguns oportunistas fomos à luta e há vinte e cinco anos começamos o MOVIMENTO para dar dignidade ao transporte e à via de acesso de RIO ACIMA a ITABIRITO. Nada caiu do céu, não! Batalhamos, fomos à luta -veja os relatos neste blog e nas reportagens de vários jornais e também de Rádio e TV.
Entenda: não somos nem vereador, nem prefeito, nem deputado, nem governador, nem presidente. Mas temos consciência ambiental, da memória histórica, colonial e social.
Pois bem, com nossa resistência, estamos conseguindo- depois de tantos anos de luta- que o DER venha fazer o CALÇAMENTO ECOLÓGICO deste único trecho intacto da ESTRADA REAL, e preservando o valor histórico do caminho colonial.
É preciso também entender que esse tipo de calçamento ecológico é que vai trazer o futuro para a cidade, pois atrairá investidores em turismo ecológico e que proporcionará benefícios ao meio ambiente, daí o progresso.
Bem diferente da intenção de mineradoras que vão deixar apenas o BURACO? Pesquise, estude sobre as tradições, a cultura e ECOLOGIA... Quem vai ganhar é o meio ambiente, a história e a cultura. Com esse calçamento ecológico daremos adeus á poeira, à lama e não teremos inúmeros desastres com carros e ônibus rolando ribanceira abaixo.
Além disso, o turismo, as festas e a culturas vão ser comemorados com alegria, com satisfação... e não com velórios que algum infeliz tentou programar como desgraça para uma região tão linda (e tenha certeza que foi para ajudar as mineradoras) ao querer derramar asfalto nos contrafortes desta estrada cheia de curvas. Veja o que aconteceu com a Serra do Rola Moça! cada fim de semana um carro vai lá pra baixo matando pessoas ! É preciso conhecer o passado para se imaginar o futuro. As mineradoras deixam um rastro de destruição.
Não é à toa que a VALE é considerada a PIOR empresa do MUNDO. Pense nisso! Nós estamos aí para colaborar. A ESTRADA REAL está aí para ser utilizada de forma consciente. Não se deixe levar por pessoas e empresas que só visam o lucro financeiro. É necessário entender o passado para almejar o futuro.
O HOMEM É ETERNO QUANDO SEU TRABALHO PERMANECE.
NOSSO PASSADO ESTÁ VIVO. AJUDE A PRESERVÁ-LO.
Giuseppe Moll Persichini
Convidamos o amigo para conhecer de forma didático/ambiental o trecho a que nos referimos - entre Rio Acima a Itabirito (ou vice e versa).
ResponderExcluirSaiba que também temos raízes em Rio Acima há mais de 35 anos. Antes estávamos com a família e Raposos e criamos a 1a ASSOCIAÇÃO CULTURAL COMUNITÁRIA DO BRASIL PARA PROTEGER A PRIMEIRA MARIZ DE MINAS GERAIS. Não somos aventureiros... temos história. Temos lastro.
Talvez você não saiba, mas a MG-030 de hoje é antiga estrada que ligava Belo Horizonte ( e também Sabará, Diamantina, Nova Lima, Rio Acima, Itabirito etc ) ao Rio de Janeiro. Acabando com ela acabamos também com a nossa história.
E este trecho é o único preservado da antiga ESTRADA REAL. Por isso queremos melhorá-lo em BENEFÍCIO DE TODOS. Você verá que o piso DESSE TRECHO ainda conserva os seixos rolados de outrora. E seria uma lástima destruí-lo.
E a maior preocupação é com o meio ambiente, pois o fio da história colonial está preservada nesse caminho. E o futuro de nossas cidades históricas, como Rio Acima, Itabirito, Raposos, Nova Lima, estão no turismo ecológico. Pense nisso!!!
Mas, sobretudo, a poeira e o barro darão lugar ao CALÇAMENTO EM bolco intertravado, cujo projeto foi aprovado na ALMG, no CONEP e nos CODEMAS das cidades de Rio Acima e iTABIRITO.
Por favor, sr Silvano, leia o nosso texto outras vez e entenda e saiba que estamos nessa luta PRESERVACIONISTA há mais de vinte anos. Não queremos que os macaquinhos, as pacas, os veados, as onças pintadas, os pássaros silvestres, a mata e as nascentes percam a condição de livres. E, muito mais, saiba que a estrada não terá mais poeira e nem lama e será preservada a história.
Veja: Você já tem a Rodovia dos Inconfidentes. Quem está mais se interessa pelo asfalto são a mineradoras e esse políticos sem caráter e sem consciência ecológica. Eles querem destruir a SERRA DO GANDARELA com a Mina Apolo fazer uma represa de rejeitos quimicios em Raposos... e querem começar destruindo esse trecho da ESTRADA REAL.
Estamos às suas ordens. Entre no blog REDE RIO DAS VELHAS. Participe conosco da preservação histórico/cultural: Cuide dos seus cavalinhos e de sua churrasqueira mas ajude a preservar a história e tenha a comodidade da pavimentação em blocos intertravados;
O HOMEM É ETERNO QUANDO SEU TRABALHO PERMANECE".
* ALARDEANDO E DIVULGANDO A HISTÓRIA DE UMA RESISTÊNCIA PACÍFICA, PORÉM CONSCIENTE E PERSEVERANTE, SOBRE A IMPORTÂNCIA E O VALOR HISTÓRICO, CULTURAL E AMBIENTAL DE MINAS.
ResponderExcluirDER/MG publica licitação para calçamento ecológico de Rio Acima da Itabirito, único trecho instacto da Estrada Real
RESSALTO: A PERSISTÊNCIA DE MAIS DE 25 ANOS, EM FAVOR DA MANUTENÇÃO DOS VALORES HISTÓRICO/AMBIENTAIS DA ESTRADA REAL, NOTADAMENTE, E DE FORMA “SACERDOTAL” E CONSCIENTE, DA PRESERVAÇÃO DO ÚNICO TRECHO INTACTO LOCALIZADO ENTRE RIO ACIMA E ITABIRITO, CHEGA AGORA AO SEU ÁPICE E DE FORMA SUBLIME: O EDITAL DO DER PARA P A V I M E N T A Ç Â O DOS 23.5 KM DE UMA CIDADE À OUTRA.
E COM UM DETALHE DA REALIDADE E DEFINITIVO: NÃO É ASFALTO! E SIM, CALÇAMENTO ECOLOGICAMENTE CORRETO FEITO COM BLOCOS DE CONCRETO, O QUE IRÁ PERMITIR A ESTRADA E OS BICHOS RESPIRAREM NATURALMENTE, POR ENTRE MATAS QUE RESISTEM À ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA DESENFREADA E ANTI ECOLÓGICA.
ISTO É UMA VITÓRIA? ISTO É UM SONHO? ISTO É HISTÓRICO? ISTO É UMA DERROTA PARA OS PESSIMISTAS QUE TORCIAM CONTRA ESSE MOVIMENTO QUE LUTAVA POR ESSA FORMA DE CALÇAMENTO POLITICA E ECOLOGICAMENTE CORRETO? CONTRA OS DESTRUIDORES DO MEIO AMBIENTE? ISTO É A PROVA QUE DEMONSTRA PREVALECER O BEM CONTRA O MAL?
BEM, TUDO ISTO É PURA VERDADE E UMA CONQUISTA COLETIVA. MAS NÃO SERÁ PRECISO TRIPUDIAR, POIS HÁ MUITA SATISFAÇÃO E REALIZAÇÃO, O QUE ESTÁ TRADUZIDO NO TRABALHO DE CONSCIENTIZAÇÃO E DE APELO CULTURAL.
DURANTE O PROCESSO E DESTA LUTA PELO CALÇAMENTO, NESSES 25 ANOS, E QUE SE CONCRETIZA AGORA, PREVALECEU SEMPRE O RESPEIT COM AS AUTORIDADES E LIDERANÇAS COMUNITÁRIAS EM VÁRIOS NÍVEIS. NOSSO MOVIMENTO TEVE COMO PADRINHO O SAUDOSO DR. AÉCIO CUNHA, QUE SEMPRE NOS INCENTIVOU E ACOMPANHOU NOSSO GRUPO ATÉ O DER. À ÉPOCA FOMOS RECEBIDOS PELO DIRETOR – GERAL, SR JOSÉ ÉLCIO MONTESI. A PARTIR DAÍ, EM LONGAS E EXAUSTIVAS REUNIÕES, AUDIÊNCIAS PÚBLICAS, POSTAGEM EM FACEBOOK, E-MAIL’S, PÁGINAS DE REDES SOCIAIS, COMO A REDE RIO DAS VELHAS, BLOG’S COMO DO JORNALISTA JOSE´CARLOS ALEXANDRE, DO. MASSOTE COM MAIS DE 16 MIL ACESSOS ETC, CHEGOU-SE AO ÁPICE COM O DER ACATANDO A RECOMENDAÇÃO CONEP – CONSELHO ESTADUAL DO PATRIMÓNIO HISTÓRICO E CULTURAL DE MINAS GERAIS E OS ARGUMENTOS DA ASSOCIAÇÃO DE MORADORES E SITIANTES ECOLÓGICOS DO ENTORNO DA MG-030 – NO ÚNICO TRECHO INTACTO DA ESTRADA REAL.
OBRIGADO A TODOS QUE, DIRETA OU INDIRETAMENTE, CONTRIBUIRAM PELA CONCRETIZAÇÃO DESTA OBRA QUE DIGNIFICA E /HONRA AS TRADIÇÕES CULTURAIS DE MINAS GERAIS E O MEIO AMBIENTE. AGORA, SIM, A ESTRADA SERÁ PRESERVADA
O trecho de 22 quilômetros da Estrada Real, entre Rio Acima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e Itabirito, na Região Central do Estado, corria o risco de perder características históricas. Mas agora está salvo da sanha dos especuladores e mineradoras.
ResponderExcluirMoradores contra asfalto na Estrada Real, na RMBH
O trecho é o único intacto, com pedras do período colonial um trecho de 22 quilômetros da Estrada Real, entre Rio Acima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), e Itabirito, na Região Central do Estado, corre o risco de perder suas características históricas. A via de cascalho e chão batido, coincidente à MG-030, é alvo de um estudo de engenharia para asfaltamento.
Rio Acima é uma das 177 a explorar o mote da preservação do patrimônio como meio de fomentar o turismo, missão incentivada pelos governos de Minas, São Paulo e Rio de Janeiro no lançamento do Circuito Estrada Real, em meados de 2001.
Um abaixo-assinado contra o asfaltamento conta com a adesão de 97 entidades. A Setop informou que trechos da Estrada Real podem ser asfaltados conforme a demanda. A assessoria de imprensa do órgão alegou ainda que a obra traria conforto às viagens entre Rio Acima e Itabirito, além de evitar que muitos moradores continuem a dar a volta por Belo Horizonte (via BR-040) para evitar a estrada de chão.
Porém, garantiu a assessoria, o projeto de asfaltamento será posteriormente analisado pelo Instituto Estrada Real, sociedade civil ligada à Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) e responsável pelas ações de fomento econômico e desenvolvimento do turismo no entorno do trajeto. A direção do instituto, no entanto, afirma desconhecer o projeto e que só falará sobre o assunto após análise do mesmo.
A Estrada Real foi instituída como rota oficial da Coroa Portuguesa. Única via autorizada de acesso à região das reservas auríferas e diamantíferas de Minas Gerais, o caminho real levava o tesouro retirado das minas para os portos de Paraty e Rio